| Renascer ou morrer |
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| Por Felipe Sahade, 24/03/09 às 21:33 | |
"Difícil não é chegar, mas sim manter-se no topo". A frase pode ser batida, porém, o mibr é sua prova viva. Desde o título mundial de 2006 que a irregularidade vem embalando o Made in Brazil. Uma infeliz incursão na CGS e a ausência de resultados nos grandes eventos provocaram constantes mudanças em seu plantel, todas elas recorrendo a uma das cartas do baralho chamado g3nerationX.Pobre baralho, foi tão prostituído que acabou. E com ele, foi-se embora um ingrediente essencial para a manutenção da "fome" de qualquer atleta: competitividade. Não é preciso entrar em detalhes, pois até um cego consegue notar a queda de rendimento do mibr após tornar-se a única força do país - declínio rumo ao inferno (não o da Suécia), culminando com o último lugar de seu grupo na ESL EM III. Fiasco. Mas, o homem é um ser intrigante. Sem saber que já havia preparado seu caixão, ele briga com o coveiro e adia, por tabela, o funeral. (Horrível, hein?!) Como reflexo desses diversos laboratórios nasce o FireGamers, contendo três dos outrora campeões mundiais - agora rejeitados -, e finalmente o mibr, hoje em crise, vê sua hegemonia colocada à prova. Hora de mudanças drásticas. A saída definitiva de Carlos Henrique "KIKOOOO" Segal serve como um divisor de águas, um ponto final na teimosa insistência de manter os laços com aqueles anos dourados. Daquele time, o único sobrevivente é Raphael "cogu" Camargo, que de agora em diante assumirá de vez o posto de líder. Ao seu lado estará Wellington "ton" Caruso, retornando após seis meses afastado para ser uma das principais peças desse novo elenco. Se no papel o FG leva teórica vantagem, com jogadores mais experientes e consagrados, a aposta de Paulo Velloso permanece no profissionalismo de seus comandados. Talvez por isso o anúncio de Arthur "prd" Resende como quinto elemento não soe como uma surpresa, tendo em vista a imagem que a presença constante de seu pai e apoiador, Amarildo "PRD-PAI" Resende, passa para a comunidade. De um lado, temos o FG e suas estrelas. Do outro, o renovado mibr, com o patrocínio dos sonhos e jogadores ainda em busca de reconhecimento internacional. Duelo de titãs onde, independente do vencedor, quem sairá ganhando será o Counter Strike brasileiro. Comentários (2)
Escrito por Gustavo Templar,
28/03, 18:59
Sorriso, você por aqui.
Não entendo porra nenhuma de CS e realmente não sei no que isso vai resultar, mas saber que voltaremos com as rivalidades é sempre saudável para nós jogadores, não é mesmo? Abraços e fica aí firme e forte. Sempre que der passarei por aqui. Este conteúdo foi trancado. Não será possível postar novos comentários.
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"Difícil não é chegar, mas sim manter-se no topo". A frase pode ser batida, porém, o mibr é sua prova viva. Desde o título mundial de 2006 que a irregularidade vem embalando o Made in Brazil. Uma infeliz incursão na CGS e a ausência de resultados nos grandes eventos provocaram constantes mudanças em seu plantel, todas elas recorrendo a uma das cartas do baralho chamado g3nerationX.






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btw nice read smile xD