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Por Felipe Sahade, 23/04/09 às 20:01 |
Se compararmos com o time de Counter Strike, até que demorou pouco a busca de uma nova casa
para os jogadores de Warcraft III do finado MYM. Comandados pelo atual campeão do WCG, Manuel " Grubby" Schenkhuizen, o trio que ainda traz Dmitry " Happy" Kostin e Rene " Ciara" Krag defenderá a bandeira da organização norte-americana Evil Geniuses, conforme anunciado no último Sábado, dia 18.
A equipe, que ainda conta com a manager Cassandra -
namorada de Grubby (momento Leão Lobo) -, fará sua estréia na ESWC
Masters Coréia, além de continuar na disputa das atuais temporadas da
WC3L e NGL. Para os fãs mais fieis, vale a pena acompanhar o blog do orc holandês, onde ele conta seu dia a dia pro-gamer.
Mas, se você pensava que após contratar suas equipes de WC3, SC e TF2 o Team EG iria se acalmar, está muito enganado. Nesta Segunda, dia 20, mais uma surpresa
caiu na rede: Tomi " lurppis" Kovanen, estrela finlandesa que recentemente deixou o Crack Clan, foi confirmado na line do time de CS 1.6 substituindo Corey ' hanes' Hanes. De mudança para Dallas, lurppis seguirá os passos do sueco zet, que em Janeiro de 2007 viajou para Los Angeles onde integrou o compLexity por um ano e meio.
Mundo pequeno, o mesmo Crack Clan citado anteriormente quase trouxe
os polacos ex-MYM para sua divisão de Counter Strike. O negócio foi cancelado de última hora pois, segundo nota oficial, Neo & Cia. receberam uma proposta melhor. Especulações não faltam: 4Kings, Zinic e até um "redundante" EG.eu estão cotados... Será?! Show me the money!
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Por Felipe Sahade, 18/04/09 às 10:13 |
 Começou ontem o KODE5 Brasil, etapa que definirá o nosso representante na final mundial do evento. As principais equipes do país estão presentes, e a expectativa gira em torno do tira-teima entre mibr e Firegamers. Correndo por fora, mas com chances de surpreender, estão o Crashers, o experiente playArt de Brasília e o GoldenGlory, último que nesta semana venceu o FG em partida válida pelo WCG Open.
[UPDATE #1]: O campeonato corre conforme o esperado. A única surpresa foi a derrota do GoldenGlory para o teamfuRy, 19:17 na de_inferno. Agora, o time paranaense terá um caminho mais longo na Lower se quiser ainda sonhar com a vaga. Decepção mesmo só o fraco desempenho do playArt e, principalmente, do TeamCrashers em seus respectivos confrontos com os favoritos. O time do interior paulista foi simplesmente atropelado pelo FG.
[UPDATE #2]: Uma batalha emocionante sagrou o mibr como vencedor da Upper Bracket. O "jogo do ano" não poderia ter sido diferente, teve de TUDO. O mibr começou de CT na de_dust2, ganhou seu pistol e logo abriu vantagem de 8:1. O FireGamers reagiu e conseguiu equilibrar o jogo, aproveitando-se bastante da B1 Fundo, onde o adversário mostrava maior fragilidade. Ainda assim, o mibr manteve cogu como único AWPer no half, talvez não aproveitando a diferença que ton poderia fazer no mapa. Resultado, um perigoso 9:6.
O jogo virou e, dessa vez, o FG conseguiu garantir o pistol round. Nessa hora, confesso que pensei que a partida tinha mudado de dono - a pressão em cima dos "novatos" prd e spacca poderia ser fatal. Porém, num eagle round quase perfeito, cogu matou dois e segurou a defesa por tempo suficiente para C4 explodir - consequentemente, forçando o eco do FG e abrindo 5 rounds de vantagem no placar, 12:7.
Daí em diante a partida foi lá e cá. O mibr poderia ter fechado o jogo quando ainda estava 15:12 - FG sem dinheiro (2 famas e 3 colts), bomba plantada e todos vivos. Não deu. Chance para que acontecesse algo até então inédito: algum cidadão conectou no servidor e "TKlizou" spacca, deixando-o com 25 de life. Como diria meu amigo Varela: UM ABSURDO!!! Sorte que, no fim, deu mibr. Caso contrário, a confusão seria grande...
Os destaques positivos vão para ton e spacca no lado do mibr e nak e cky pelo FG. O negativo, com todos os desmeritos, para a organização do KODE5 Brasil por sua falha grotesca. Próxima vez, sv_lan 0.
[UPDATE #3]: A Lower Bracket continua a todo vapor. Os cariocas do team A-, comandados pelo ex-mibr pava, cresceram na competição e já figuram no TOP4 após eliminarem teamfuRy e o forte time capixaba sDm (precisou ir p/ o 3º OT, 26:22). Eles aguardam a definição de seu adversário, que sairá entre GoldenGlory, playArt e Crashers.
Corrigindo uma informação de ontem, não foi apenas um, mas sim DOIS tk's no mibr durante a Final Upper (uma delas havia passado despercebida por mim, já que foi no decorrer do round). Para conferir a ação dos "invasores", basta clicar aqui.
[UPDATE #4]: Foi melhor que o esperado. O team A- não só superou o playArt como também deu uma suadeira no favorito FireGamers. Após terminar o primeiro half na de_train perdendo por apenas 9:6 de TR, o time carioca quase apronta o inesperado ao vencer o pistol round com uma "marotada" memorável de pava. Mas, foi só. FG ganhou o eco, retomou o controle do jogo e agora fará a grande decisão contra o mibr.
[UPDATE #5]: Uma final disputadíssima, pra relembrar os tempos de g3x e mibr. Sem a interferência de terceiros, prevaleceu o estilo de jogo de cada equipe em ambos duelos. Na nuke, mapa extremamente técnico, em sua maioria de combates de curta distância, prevaleceu a skill individual dos jogadores do FG, mostrando toda sua força com AK/Colt. Já na inferno, o mibr pôde usar a AWP à seu favor. Com um btt inspirado, garantiu o bi-campeonato e manteve a hegemonia no país.
Grande Final 
mibr [ 09: 16] FireGamers @ de_nuke
mibr [ 16: 09] FireGamers @ de_inferno
Final Lower (de_train) 
FireGamers [ 16: 08] team A-
Final Upper (de_dust2)
mibr [ 16: 14] FireGamers
Semifinal Lower (de_nuke)
team A- [ 16: 12] playArt
Semifinais Upper (de_nuke)
mibr [ 16: 06] teamfuRy
FireGamers [ 16: 01] Crashers
mibr @ cogu, btt, spacca, prd, ton
FireGamers @ fnx, bruno, bit, cky, nak
GoldenGlory @ frz4tw, mtr, guerri, s1ckz, mandrak
playArt @ bt0, mch, redfox, maluk3, adr, xed
Crashers @ Batistuta, falleN, ruan, LosK, frozeN, RAMON
teamfuRy @ AerofoX, malice, sly, kng, rikz
team A- @ dmz, kltz, pava, rodrigodbs, ltz
Tabela Completa do KODE5 Brasil
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Por Felipe Sahade, 16/04/09 às 13:04 |
Não, não estou aqui pra falar do meu querido Mega Drive. Por incrível que pareça o assunto de hoje é o WCG, que acaba de completar sua lista de modalidades oficiais para a temporada 2009. No total serão 12 jogos divididos entre as plataformas PC, Xbox e - aperta o coração - Mobile (AHH!).
Os principais torneios foram mantidos, são eles: Counter Strike 1.6, Warcraft 3: TFT, Starcraft: Brood War e FIFA 09. Porém, é bem provável que esse grupo dos intocáveis sofra mudanças no próximo ano com o lançamento do Starcrat 2 - tudo depende de como as comunidades de SC e WC3 irão se comportar após a inevitável migração... Pelo menos, ainda que na iminência do adeus, eles estão aí.
Quem não teve a mesma sorte foram os fãs das séries Command & Conquer e Age of Empires. Este ano, inclusive, não teremos nenhum RTS de estilo semelhante, já que o Warhammer, outro concorrente da categoria e que já rendeu medalha ao Brasil, também ficou de fora. Mantidos estão Carom 3D, outra força nacional, e o desconhecido MMORPG Red Storm (por sinal, esse passou batido por mim na Alemanha).
A grande surpresa ficou por conta da exclusão de Need for Speed. Após 5 anos presentes, tudo indicava que seu novo título, NFS: Undercover, estivesse dentre as modalidades oficiais - independente de seus defeitos. No entanto, surpreendentemente, o simulador de corrida escolhido foi o contestável Trackmania Nations, um jogo que preza muito mais a "diversão" do que a "simulação" em si. Li um comentário que o define muito bem: se substituirmos o carro pelo Sonic, ele poderia muito bem ser uma versão "Sonic: Jump & Run" - RÁÁÁÁ!
O Xbox teve seus torneios cortados pela metade. Project Gotham Racing, que figurava na lista desde 2004 com bom número de participantes, não estará presente dessa vez. Outro gigante, HALO 3, uma das principais forças da MGL americana, não conseguiu sustentar sua vaga. Sendo assim, ficamos por conta de Virtua Fighter 5, representando os games de luta pela segunda vez consecutiva, e o novo queridinho Guitar Hero: World Tour.
Fechando estão os jogos Mobile. Apesar de ser totalmente contra a presença deles em qualquer evento cyberesportivo, tenho que dar o braço a torcer: é a tendência que as empresas estão apostando, e são elas que botam a bufunfa ($$) no negócio. Sendo assim, Wise Star 2 junta-se ao Asphalt 4, em seu segundo ano, para representar a categoria.
Com a suspensão da ESWC, o WCG
pinta como o grande evento de esportes eletrônicos para 2009. A final mundial será realizada em Novembro na China, retornando ao continente Asiático após três anos. Desta vez eu não estarei lá. Mas, caso queiram me dar uma passagem, tô aceitando :D
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Por Philip Melo de Almeida, 13/04/09 às 06:28 |
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Aí está uma coisa que vocês devem se acostumar a ver nos próximos anos: tentativas, maneiras, novas idéias e mãos-de-midas pra salvação do antigo sonho. O mal que atacou os esportes eletrônicos - aquele mesmo mal especulativo, de promessas de premiações, salários e campeonatos multimilionários - foi o mesmo que atacou as grandes bolsas mundiais. Vendeu-se mais do que havia para ser vendido. As causas podem ser as mais diversas. Poderíamos escrever linhas e linhas aqui tentando explicar e mostrar exemplos. Mas, que tal pular essa parte e partir pro que interessa? Como vamos fazer pra reconstruir - dessa vez com bases sólidas - nosso mercado?
Como sabemos, o capital hoje em dia está curto e os investidores procuram pôr sua grana em lugares onde ela comprovadamente dará lucro. Será muito difícil, daqui em diante, angariar fundos para mercados pouco desenvolvidos, como o dos jogos de computador. E o que comprovadamente dá lucro? Bem, no nosso caso temos imensas feiras de informática, vídeo-games, animes e RPG. Todos são nichos jovens que têm ligação com a tecnologia. Esse seria um bom começo. Por que não agregar uma final de campeonato nacional a um desses negócios que comprovadamente dão lucro? Basta você ir a um deles para ver os stands das grandes marcas por lá, esperando gravar seus nomes na cabeça daquele pessoal todo.
De outro lado, por que não fazer um mega evento agregado a um campeonato? NCG, Brasil Cup, Norte Gaming, Masters of Qualquercoisa, entre outros, poderiam tornar-se eventos do nível de uma final nacional de WCG ou de ESWC. Produtoras de evento são o que não faltam por aí, basta “descobrirem” este mercado ainda pouco explorado. Não adianta querer ficar fazendo “eventozinho” “amadorzinho” na “lan-housezinha”.
Beleza, beleza, Cyber... até agora você falou sobre algumas coisinhas pra tentar passar pra um outro nível de eventos. Mas e o meu time? Será que tu tens alguma fórmula mágica pra eu conseguir um patrocínio e viver disso? Pois bem... tem aquela que... eeeerrr. Pois é, né? Tem não. Veja bem, tem muito nego por aí que joga ping-pong, tênis, decatlon, marcha-atlética, salto com e sem vara, patinação no gelo, jiu-jitsu, judô, aikidô e até o pesca-&-companhia. Isso sem falar nos poderosos basquete, vôlei e futebol. Então, filho, você tem uma moçada pra disputar.
Que tal, então, começar pelo lugar certo? Procure pelas empresas que realmente se interessariam neste público? Procure lojas de informática, pizzarias, rouparias, casas de show, lanchonetes, criadoras de software, provedores de internet e quaisquer outras que você achar que se interessariam em divulgar seus produtos e serviços para jovens e adultos. O que? Se eu esqueci das lan houses? Pois bem.
Aqui, em Manaus, as Lan Houses possuem uma rivalidade muito legal. Tem time da Spider que é rival da galera da Area 51, tem gente da Maximus que é rival da Castelo, nego da Invasion que não se pega com players da M&M. E por aí vai. Esses jogadores acabam por se tornar os ídolos do pessoal que joga em suas respectivas lans. E é assim que deve ser. Esta rivalidade deve ser explorada, pois movimenta o cenário. E às lans cabe incentivar e dar um local de treino pra esse pessoal todo. Mais: devem se unir e realizar campeonatos entre duas ou mais delas pra manter a galera naquele espírito competitivo.
E é isso aí. São apenas um bocado de idéias que pretendo, inclusive, implantar por aqui. Ainda tem muito caroço nesse angu e ainda há muito a se falar sobre o assunto. O debate é saudável.
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Por Felipe Sahade, 12/04/09 às 16:55 |
SK Gaming e wNv são os novos classificados para a final mundial do KODE5 em Moscou. A equipe chinesa teve trabalho para conquistar sua vaga , tendo disputado o torneio com uma line "teoricamente" reserva - Rita, k1r, JK, JP, qwe - e que não desperta confiança em seus fãs. Não diferente, os suecos do SK também tiveram que suar bastante para eliminar o mousesports, time que não vencia há mais de um ano em competições oficiais.
Para fechar a lista dos finalistas restam apenas três classificatórias: Dinamarca, Rússia e Brasil. Nosso representante será definido no próximo final de semana em São Paulo, na O2, e vai ser no mínimo interessante acompanhar a briga entre mibr - ainda treinando na Europa - e Firegamers. Quem você acha que fica com a vaga?
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Não gosto de dar uma de profeta, mas parece que algumas das suspeitas levantadas no post passado começam a se tornar realidade... Vamos começar pela ruim: os irmãos Tomi " lurppis" Kovanen e Niko " naSu" Kovanen, duas das principais estrelas do CS Finlândes, deixaram o Crack Clan e decidiram "dar um tempo" no mundo profissional. Os motivos alegados vão desde a falta de competitividade do elenco, premiações não pagas até a simples "perda do encantamento" pelo jogo. Se é definitivo ou não, nem eles sabem.
Por outro lado, Nescho Topalov, detentor da licença da ESWC na Alemanha, deu início a boatos de que existem empresas interessadas na compra da marca do evento. Ainda segundo o cidadão, há possibilidade de termos uma nova ESWC entre Dezembro/09 e Fevereiro/10, isso é, se tudo correr como planejado. Como sonhar não custa nada, vamos torcer ;P
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Pra fechar, só uma notinha. Lembram do famigerado Painkiller, um dos tantos responsáveis pelo fracasso da CPL WT 2005? Pois bem, a produtora JoWood anunciou a sequência Painkiller: Resurrection para as plataformas PC e Xbox 360, trazendo dentre outras novidades um modo multiplayer cooperativo... Tomara que ninguém compre. Só de raiva hehehe....
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Por Felipe Sahade, 07/04/09 às 21:44 |
Crise, crise, crise. Não se ouve outra palavra nos últimos meses que não seja ela. Com o anúncio da falência
da Games Service, organizadora da ESWC, diversas discussões surgiram na internet sobre a atual situação do mercado gamer. Alguns tentam disfarçar com o papo de que "a bolha está apenas desinchando", o que não deixa de ser verdade, mas o buraco é mais fundo do que se imagina.
Nós últimos anos o eSport cresceu assustadoramente, atraiu olhares de grandes empresas em busca de um setor até então quase que inexplorado. Gamers dispostos a tudo para ter o emprego dos sonhos: ser um jogador profissional de video-game. E em torno desse conto de fadas vale qualquer coisa para atrair mais e mais adeptos.
Porém, tornar-se um profissional requer tempo, treino e sacrifício para que, no fim, você seja recompensado com títulos, reconhecimento e dinheiro. Nada anormal, afinal, ninguém irá se dedicar quase que full-time, representando a bandeira de terceiros, sem que haja retorno. Triste é quando essa lógica é quebrada, e o mundo encantado vira pesadelo.
O que vemos hoje são salários atrasados, premiações não pagas ou desaparecidas e uma lista de finados capaz de formar uma indigesta sopa de letras: desde a CPL e seu tour surreal, CXG, WSVG, CGS, até os atuais casos da IEST e ESWC, provando que, no mínimo, alguma coisa está errada na essência. Soma-se isso ao atual clima financeiro, fuga de investidores de peso como AMD e Nvidia, e a bomba está armada.
É aquela velha história da bola de neve. Talvez, se premiações tentadoras não tivessem sido prometidas com
dinheiro que ainda iria chegar; se contratos estratosféricos não
tivessem sido assinados ignorando a realidade; se as organizações
apredessem que patrocinadores não são galinhas dos ovos de ouro; e se
os grandes eventos tentassem se unir ao invés de se digladiarem por uma
maior atenção da mídia; a avalanche não seria tão grande.
Fato é que a época de
experimentos já passou e é hora de, em meio ao caos, as organizações
cyberesportivas tentarem construir algo que, me arrisco a dizer, nunca
tiveram: credibilidade. Há gente que prega o radicalismo,
com os esportes eletrônicos voltando ao tempo dos patrocínios de LAN
Houses e da cerveja no fim de semana... Besteira. Depois de tanta luta,
isso seria um retrocesso sem igual, jogando no lixo todo trabalho de
reconstrução da sua imagem perante a sociedade.
É o momento quando o "oba oba" sai de cena para dar lugar a teoria "pé no chão". Durante esse processo, muito provavelmente outros nomes se juntarão aos já citados. Quem
sabe enfrentaremos nos próximos meses uma renovação em massa, com os
jogadores old school - decepcionados ou cansados demais para
esperar um renascimento - abrindo espaço para outros jovens, em novas ligas,
com novas modalidades...
Inegável é que teremos de nos adaptar. Pode ser que leve algum tempo até que empresas sintam-se confiantes para investir no mercado novamente, mas sejamos pacientes. A boa notícia é que, enquanto houver uma comunidade hardcore como esta para ser explorada, o eSport não morrerá. E o que não mata, fortalece.
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